“Três Horas para Viver” ganha pôster oficial com Alan Ritchson, Owen Wilson e Rodrigo Santoro

Novo filme de ação da Diamond Films coloca um transportador de elite em uma missão desesperada para salvar uma criança; longa chega aos cinemas brasileiros em outubro

A corrida contra o relógio está prestes a começar. A Diamond Films divulgou o primeiro pôster oficial de “Três Horas para Viver” (Runner), novo thriller de ação que reúne Alan Ritchson, Owen Wilson e o brasileiro Rodrigo Santoro em uma história marcada por perseguições, perigo e reviravoltas.

Com estreia programada para 8 de outubro nos cinemas brasileiros, o longa dirigido por Scott Waugh, conhecido por trabalhos como Ato de Coragem, transporta o público para as paisagens da Austrália e coloca seus personagens no centro de uma missão na qual cada minuto pode significar a diferença entre a vida e a morte.

O material promocional recém-revelado apresenta os três protagonistas e chama atenção especialmente para Santoro, que interpreta Damián Zaldívar, o principal antagonista da história.

Uma missão em que não há tempo a perder

Na trama, Hank Malone, vivido por Alan Ritchson, é um profissional especializado em transportes de alto risco. Acostumado a lidar com situações que exigem precisão e sangue-frio, ele recebe uma missão que inicialmente parece simples, mas rapidamente se transforma em um dos maiores desafios de sua carreira.

Hank precisa transportar o médico Ben Bishop, personagem de Owen Wilson, juntamente com um órgão humano essencial para um hospital. O objetivo é levar o material a tempo de possibilitar uma cirurgia que pode salvar a vida de uma menina gravemente doente.

O problema é que a viagem é interrompida por uma ameaça inesperada.

Uma organização criminosa liderada por Damián Zaldívar, interpretado por Rodrigo Santoro, entra em cena e transforma o transporte em uma operação de sobrevivência. A partir daí, o que deveria ser apenas uma missão de escolta se converte em uma perseguição de alto risco.

Hank e Ben precisam encontrar uma maneira de continuar avançando enquanto são perseguidos por criminosos determinados a impedir que o órgão chegue ao seu destino.

Rodrigo Santoro assume o papel do vilão

Um dos grandes atrativos de “Três Horas para Viver” para o público brasileiro é a presença de Rodrigo Santoro em uma posição de destaque.

O ator interpreta Damián Zaldívar, líder da organização criminosa responsável por colocar a missão dos protagonistas em risco.

Conhecido internacionalmente por trabalhos em produções como 300, Westworld e O Filho de Mil Homens, Santoro volta a assumir um personagem ligado ao universo da ação, desta vez como uma figura que representa uma ameaça direta aos protagonistas.

A dinâmica entre os personagens promete ser um dos elementos centrais do longa, especialmente porque o objetivo dos criminosos não é apenas impedir o transporte: eles colocam em risco uma operação da qual depende a sobrevivência de uma criança.

Uma história que promete surpreender

Embora “Três Horas para Viver” tenha todos os ingredientes de um thriller de ação tradicional — perseguições, criminosos, uma missão urgente e uma corrida contra o tempo —, o diretor Scott Waugh afirma que o filme pretende surpreender o público.

Segundo o cineasta, o longa equilibra tensão e emoção com momentos de humor, mas sem perder de vista o impacto dramático da situação enfrentada pelos personagens.

A ideia é fazer com que o espectador entre na história acreditando saber qual caminho a narrativa seguirá e seja surpreendido pelas mudanças de direção ao longo da jornada.

Essa mistura de ação, suspense e comédia deve ajudar a diferenciar o filme de outras produções do gênero, utilizando o humor como complemento para uma história que possui uma forte carga emocional.

Alan Ritchson em uma nova missão de ação

Depois de conquistar grande popularidade como protagonista da série “Reacher”, Alan Ritchson assume novamente um personagem envolvido diretamente com situações extremas.

Em “Três Horas para Viver”, Hank Malone não é apenas alguém tentando sobreviver a uma perseguição. Ele precisa cumprir uma missão específica e sabe que qualquer atraso pode custar uma vida.

A urgência da situação coloca o personagem diante de escolhas cada vez mais difíceis, enquanto a ameaça representada por Zaldívar transforma cada quilômetro percorrido em um novo obstáculo.

Já Owen Wilson aparece em uma função diferente de muitos de seus papéis mais conhecidos. Seu personagem, Ben Bishop, está diretamente ligado ao objetivo da missão e precisa enfrentar uma situação muito distante da segurança de um ambiente hospitalar.

A Austrália como cenário da perseguição

A ambientação australiana também desempenha um papel importante na identidade do filme.

A história utiliza diferentes paisagens e estradas do país como palco para a perseguição, criando uma espécie de percurso cinematográfico no qual os protagonistas precisam continuar avançando enquanto enfrentam obstáculos cada vez maiores.

A estrada se transforma, assim, em parte fundamental da narrativa. Não existe apenas um destino a alcançar: existe também a necessidade de chegar até ele antes que seja tarde demais.

Um elenco internacional

Além do trio principal, o elenco de “Três Horas para Viver” reúne outros nomes conhecidos do cinema e da televisão.

Entre eles estão Leila George D’Onofrio, de Máquinas Mortais; Sullivan Stapleton, de 300: A Ascensão do Império; e Peta Sergeant, conhecida por Patrick: O Despertar do Mal.

A combinação de atores de diferentes nacionalidades acompanha a proposta internacional da produção e amplia o alcance do projeto.

Quando “Três Horas para Viver” estreia?

Distribuído pela Diamond Films, “Três Horas para Viver” chega aos cinemas brasileiros em 8 de outubro de 2026.

Com uma missão aparentemente simples que rapidamente se transforma em uma batalha contra uma organização criminosa, o filme aposta em ação, suspense, humor e emoção para conduzir o público por uma jornada na qual cada minuto importa.

E, com Alan Ritchson, Owen Wilson e Rodrigo Santoro no centro dessa disputa, a promessa é de uma corrida que está longe de terminar como o público imagina.

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