Terra à Deriva 2: Destino ganha nova data de estreia no Brasil e chega aos cinemas em 20 de agosto

Após arrecadar quase US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais, sequência do épico de ficção científica chinês desembarca no Brasil pela SATO Company. Produção ainda conta com a participação da atriz brasileira Daniela Tassy e reforça o crescimento do cinema chinês no cenário internacional.

Os fãs de ficção científica já podem marcar uma nova data no calendário. A SATO Company confirmou que “Terra à Deriva 2: Destino” (The Wandering Earth 2) será lançado nos cinemas brasileiros no dia 20 de agosto, trazendo ao público nacional a continuação de uma das franquias mais ambiciosas e bem-sucedidas da história do cinema chinês.

O longa chega ao Brasil após registrar números impressionantes nas bilheterias internacionais, consolidando-se como um dos maiores sucessos mundiais de 2023. Com aproximadamente US$ 589 milhões arrecadados globalmente, a produção encerrou o ano entre as dez maiores bilheterias do planeta, ocupando a 9ª posição no ranking mundial.

Somando os resultados do primeiro e do segundo filme, a franquia já ultrapassa US$ 1,24 bilhão em arrecadação, tornando-se um dos maiores fenômenos da ficção científica produzidos fora de Hollywood.

Uma das maiores franquias da história do cinema chinês

Inspirada na obra do renomado escritor chinês Liu Cixin, autor vencedor do Prêmio Hugo e conhecido mundialmente pelo romance “O Problema dos Três Corpos”, a franquia Terra à Deriva ajudou a redefinir o alcance internacional do cinema chinês.

O primeiro longa, lançado em 2019, foi distribuído mundialmente pela Netflix e surpreendeu ao alcançar a terceira maior bilheteria mundial daquele ano, ficando atrás apenas de “Vingadores: Ultimato” e “Capitã Marvel”.

O enorme sucesso abriu caminho para uma sequência ainda mais grandiosa, que amplia significativamente a escala da narrativa e dos efeitos visuais.

Na China, “Terra à Deriva 2” ultrapassou a marca de US$ 500 milhões em apenas 16 dias de exibição, além de ter sido escolhido como representante oficial do país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2024.

Uma história sobre sobrevivência e cooperação global

Assim como no primeiro filme, a sequência coloca a humanidade diante de uma ameaça sem precedentes.

Com o Sol caminhando para sua destruição, diferentes nações precisam unir esforços para garantir a sobrevivência da espécie humana em uma gigantesca missão que envolve ciência, engenharia e cooperação internacional.

Mais do que um espetáculo visual, o longa reforça temas como solidariedade, união entre povos e responsabilidade coletiva diante de desafios globais.

A narrativa amplia ainda mais o universo apresentado anteriormente, explorando novos conflitos políticos, dilemas humanos e decisões que podem definir o futuro do planeta.

Produção elevou o padrão da ficção científica chinesa

A direção volta a ser assinada por Frant Gwo, responsável pelo primeiro filme da franquia.

Para esta continuação, a produção aumentou significativamente sua escala.

Segundo a equipe do longa, o complexo de estúdios utilizado durante as filmagens cresceu dez vezes em relação ao primeiro filme, alcançando uma impressionante área de aproximadamente 1 milhão de metros quadrados.

Os efeitos visuais foram novamente desenvolvidos pela empresa Pixomondo, reconhecida internacionalmente pelo trabalho em grandes produções para cinema e televisão.

O resultado é uma experiência visual ainda mais ambiciosa, com cenários futuristas, sequências espaciais e efeitos especiais que vêm sendo amplamente elogiados pelo público e pela crítica.

Na plataforma chinesa Douban, considerada uma das principais referências para avaliação de filmes no país, a produção mantém média de 8,3 pontos, recebendo destaque especialmente por sua qualidade técnica e pela expansão de seu universo narrativo.

Atriz brasileira integra o elenco internacional

Um dos destaques para o público brasileiro é a presença da atriz Daniela Tassy, que interpreta uma astronauta brasileira com papel relevante na trama.

Daniela mudou-se para a China em 2014 para estudar mandarim e acabou construindo uma sólida carreira artística no país.

Sua participação em “Terra à Deriva 2” foi muito bem recebida pelo público chinês e passou a simbolizar também a crescente colaboração cultural entre Brasil e China dentro da indústria audiovisual.

Filmagens em diversos países reforçam o alcance internacional

Embora a maior parte da produção tenha sido realizada na China, a equipe expandiu significativamente o escopo das gravações.

Diversas cenas foram registradas em países como:

  • Estados Unidos;
  • França;
  • Islândia;
  • Colômbia.

As filmagens internacionais foram coordenadas em tempo real a partir da China utilizando sistemas de transmissão em nuvem e monitoramento remoto, permitindo que diferentes equipes trabalhassem simultaneamente em vários continentes.

Essa estrutura evidencia o investimento tecnológico empregado na produção e o objetivo de tornar a franquia cada vez mais global.

Terceiro filme já está confirmado

O sucesso comercial e crítico da franquia garantiu a continuidade da saga.

Um terceiro filme já foi oficialmente confirmado e tem lançamento previsto para 2027, dando sequência ao universo criado por Liu Cixin e consolidando Terra à Deriva como uma das maiores séries de ficção científica da atualidade.

Enquanto isso, o público brasileiro poderá conferir “Terra à Deriva 2: Destino” nas telonas a partir de 20 de agosto, com distribuição da SATO Company.

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